quarta-feira, setembro 10, 2008

Governo gasta R$ 184 milhões com propaganda

Governo gasta R$ 184 milhões com propaganda

10/09/08


O Governo vê na publicidade um grande aliado. Só apra 2009, separou investimento da ordem de R$ 184 milhões, 32,18% a mais do que os  R$ 139,2  milhões disponíveis em 2008. É o esforço de mídia para a divulgação da "Gestão de Política de Comunicação de Governo".

Parte do montante, R$ 30 milhões, será destinada a melhorar a imagem do governo e do país. R$ 15 milhões serão utilizados para contratação de empresa para fazer relações públicas do Brasil no exterior. Outros R$ 11 milhões vão para a comunicação digital com investimento em modernização dos sites da Presidência. R$ 4 milhões vão ser usados para a realização de pesquisas de opinião.

As novas ações do Governo implicam no gasto de aproximadamente o dobro dos R$ 16 milhões previstos para a publicidade de utilidade pública - destinados a campanhas sobre vacinação, por exemplo. Em 2008, a maior parte da verba R$ (123,2 milhões) foi aprovada para propaganda institucional.

Redação Adnews

sábado, fevereiro 23, 2008

Indicadores 22/02/2008

Dólar Comercial
0,18% R$1,708
Paralelo
0,00% R$1,880
Turismo
0,00% R$1,820

22.fev.200816h04 Fonte: Reuters


Bovespa
1,28% 64.608,78
22.fev.200818h16

terça-feira, setembro 04, 2007

Indicadores 03/09/2207

Indicadores

Bovespa

+0,36%

54832

03/09

17h24

Nasdaq

+1,21%

2596,36

31/08

17h21

Dólar comercial

-0,45%

R$ 1,9550

03/09

16h36

Dólar paralelo

+0,00%

R$ 2,1500

03/09

15h57

Dólar turismo

-0,47%

R$ 2,0800

03/09

15h57

Euro

-0,22%

R$ 2,6623

03/09

17h45

Poupança

0,58530%

 

03/09

 

 

sábado, setembro 01, 2007

Indicadores 31/8/2007

Indicadores

Bovespa

+3,37%

54637

31/08

17h28

Nasdaq

+1,21%

2596,36

31/08

17h21

Dólar comercial

-0,50%

R$ 1,9640

31/08

16h34

Dólar paralelo

+0,00%

R$ 2,1500

31/08

15h56

Dólar turismo

-0,47%

R$ 2,0900

31/08

15h56

Euro

-0,02%

R$ 2,6672

01/09

15h06

Poupança

0,64730%

 

31/08

 

 

segunda-feira, agosto 27, 2007

Indicadores 27/8/2007

Indicadores

Bovespa

-0,36%

52806

27/08

11h56

Nasdaq

-0,36%

2567,25

27/08

11h50

Dólar comercial

+0,61%

R$ 1,9560

27/08

11h46

Dólar paralelo

+0,00%

R$ 2,1500

27/08

11h27

Dólar turismo

-0,47%

R$ 2,0800

27/08

11h27

Euro

-0,19%

R$ 2,6714

27/08

11h46

Poupança

0,58840%

 

27/08

 

 

sábado, agosto 11, 2007

Indicadores 10/8/2007

Bovespa

-1,48%

52638

10/08

17h29

Nasdaq

-0,45%

2544,89

10/08

17h21

Dólar comercial

+1,29%

R$ 1,9510

10/08

16h53

Dólar paralelo

+0,00%

R$ 2,0900

10/08

15h56

Dólar turismo

+1,46%

R$ 2,0800

10/08

15h56

Euro

+1,14%

R$ 2,6642

10/08

18h49

Poupança

0,67240%

 

10/08

 

 

segunda-feira, abril 02, 2007

Sangue novo no ano novo das gravadoras

Sangue novo no ano novo das gravadoras
O Dia - 2/4/2007 - Por Mauro Ferreira

Para a indústria fonográfica, o ano termina hoje. O ano fiscal, melhor dizendo. É quando as companhias fazem as contas e se preparam para enfrentar o ano novo. Que começa em 2 de abril e vem cheio de mudanças. Max Pierre foi demitido nesta sexta-feira do cargo de diretor artístico da Universal Music. Paulo Junqueiro, que foi da Warner na década de 90 e andava em Portugal, assume a diretoria artística da EMI na segunda-feira e vai responder diretamente a Marcelo Castello Branco (foto), anunciado hoje como o novo presidente da EMI. Já a Warner, que demitiu Cláudio Condé, traz de volta Sérgio Affonso, que vai comandar a filial brasileira da major a partir de 13 de abril. É gente não exatamente nova, mas que vem com sangue novo e com garra para encontrar saídas para a crise. Tomara que ela, a saída, exista... Porque somente nos meses de janeiro e fevereiro o mercado encolheu 50%. Hora de mudar o disco. Com mais liberdade artística para cantores e compositores.

 

 

quinta-feira, dezembro 14, 2006

Lula sanciona lei que beneficia micro e pequenas empresas

ANA PAULA RIBEIRO
da Folha Online, em Brasília

Com a presença de centenas de empresários, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou hoje a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas. A expectativa do governo é que a lei permita a criação ou formalização de 1 milhão de empresas e, com isso, a geração de 2 milhões a 3 milhões de empregos formais.

Conhecido como Supersimples, a lei estabelece um regime tributário diferenciado que prevê a unificação e simplificação de seis impostos e contribuições federais (IRPJ, PIS, Cofins, IPI, CSL e INSS), além do ICMS (Estados) e ISS (municípios), para as micro e pequenas empresas que faturam até R$ 2,4 milhões por ano.

As alíquotas nesse sistema variam de acordo com o faturamento da empresa e vão de 4% a 11,61% no comércio. Há acréscimos para as indústrias (meio ponto percentual) e para as empresas do setor de serviços --50% a mais do que é cobrado do comércio.

Um acordo no Congresso permitiu que a parte tributária da lei tenha início apenas em 1º de julho de 2007. Com isso, a renúncia fiscal prevista para R$ 5,4 bilhões ao ano deve cair pela metade em 2007. Os demais artigos da lei entram em vigor a partir da de 1º de janeiro, apesar de ainda existirem itens que ainda dependem de regulamentação posterior.

A postergação da parte tributária ocorreu porque Estados e a Receita Federal alegaram que não haveria tempo hábil para desenvolver o sistema de arrecadação.

Além da parte tributária, a lei também simplifica o processo de abertura das empresas e lhes dá preferência na participação de licitações públicas de até R$ 80 mil. Também permite que autônomos façam um recolhimento menor ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

Para a CNI (Confederação Nacional da Indústria), a lei garante um melhor ambiente de negócios no país para as micro e pequenas empresas.

'É um marco amplo que aponta para a criação de um ambiente mais favorável ao desenvolvimento das micro e pequenas empresas. Ela contempla desburocratização, simplificação e desoneração tributária. Então, é algo que corresponde a um avanço', disse Armando Monteiro Neto, presidente da entidade.

No entanto, Monteiro Neto afirmou que o ideal é que todas as empresas pudessem ter um ambiente melhor.

Para as entidades que representam esse grupo de empresas, o desafio agora é fazer com que a lei seja de fato implementada.

"Com a sanção, encerra-se o ciclo da luta pela Lei Geral e abre-se um novo, o de implementação, descortinando uma agenda de trabalho extremamente desafiadora para o Sistema Sebrae e para os empresários, que é fazer com que essa lei chegue às micro e pequenas empresas de todos os municípios brasileiros", ressalta o gerente de Políticas Públicas do Sebrae Nacional, Bruno Quick.

Principais Pontos
 
da Folha Online, em Brasília

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou hoje a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas, que garante um regime tributário diferenciado para as microempresas, que são aquelas que faturam até R$ 240 mil por ano, e para as pequenas empresas, com receita de até R$ 2,4 milhões.

A unificação e simplificação tributária, um dos principais pontos do projeto, passará a vigorar apenas no dia 1º de julho. O restante da lei passa a vigorar a partir do dia 1º de janeiro com exceção de itens que ainda dependem de regulamentação posterior.

A expectativa do governo é que a lei permita a criação ou formalização de 1 milhão de empresas e, com isso, a geração de 2 milhões a 3 milhões de empregos formais. Veja abaixo os principais pontos da lei:

Tributação

Unifica e simplifica a arrecadação de seis impostos e contribuições federais (IRPJ, PIS, Cofins, IPI, CSL e INSS), além do ICMS (Estados) e ISS (municípios) a partir de 1º de julho. A renúncia fiscal prevista é de R$ 5,4 bilhões ao ano.

Alíquotas

No comércio, as alíquotas variam de 4% a 11% de acordo com o faturamento. Há um acréscimo de meio ponto percentual para as indústrias. No caso das micro e pequenas empresas do setor de serviços, as alíquotas são 50% maiores que as cobradas no comércio.

Compras públicas

As micro e pequenas passam a ter prioridade em compras governamentais de até R$ 80 mil.

Menos burocracia

A Lei Geral garante maior rapidez na abertura de empresas. Os documentos serão entregues em um único órgão que repassará os dados para os outros. O registro da empresa será único e servirá para todas as esferas de governo. A parte de fiscalização ambiental, de segurança e sanitária será feita de forma simplificada.

Autônomos

A Lei Geral permite que autônomos façam um recolhimento de apenas 11% para o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Alíquota hoje é de 20%. No entanto, o trabalhador poderá se aposentar apenas por idade (60 anos para mulher e 65 para homens), e não por tempo de contribuição.

Novos setores

A Lei Geral como foi aprovada no Congresso permite que novos setores entrem no sistema de arrecadação especial. Entre eles estão os operadores autônomos de transportes de passageiros, as empresas de montagem de stand em feiras, escolas de línguas, academias de ginástica e de dança e empresas que atuem na área de produção cultural e cinematográfica.

Estados

Há uma regra específica para os Estados que tenham participação de até 1% do PIB (Produto Interno Bruto) do país -- AC, AL, AP, MA, PB, PI, RN, RO, RR, SE e TO. Eles podem optar por adotar apenas a faixa de faturamento de até R$ 1,2 milhão. Para as demais faixas, o ICMS ou o ISS será recolhido normalmente

Nos Estados com participação entre 1% e 5% no PIB nacional, há a opção pela adoção apenas das faixas de receita bruta até R 1,8 milhão. Essa regra vale para AM, BA, CE, DF, GO, ES, MT, MS, PA, PE e SC.

Indicadores 14/12/2006

 
Bovespa +1,09% 43754 14/12 18h28
Nasdaq +0,88% 2453,85 14/12 19h49
Dólar comercial +0,00% R$ 2,1480 14/12 15h59
Dólar paralelo +0,00% R$ 2,3800 14/12 11h49
Dólar turismo +0,00% R$ 2,2400 14/12 11h49
Euro -0,57% R$ 2,8268 14/12 17h43
Poupança 0,6867%   14/12

domingo, dezembro 10, 2006

Indicadores 08/12

Bovespa +0,16% 42977 08/12 18h27
Nasdaq +0,39% 2437,36 08/12 19h49
Dólar comercial -0,18% R$ 2,1410 08/12 15h59
Dólar paralelo +0,00% R$ 2,3800 08/12 12h48
Dólar turismo +0,00% R$ 2,2250 08/12 12h48
Euro -0,04% R$ 2,8264 08/12 20h47
Poupança 0,6705%   08/12